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13 versículos bíblicos sobre a autoridade de Deus — Compreendendo a autoridade única de Deus

Embora muitos reconheçam a autoridade única de Deus, poucos compreendem verdadeiramente a sua profunda manifestação. Esta compreensão limitada muitas vezes impede os indivíduos de desenvolverem uma confiança genuína para confiarem no imenso poder e autoridade de Deus em tempos de adversidade. Ao mergulhar nos seguintes versículos bíblicos sobre a autoridade de Deus e as palavras relevantes de Deus, você obterá iluminação profundos de 4 perspectivas, aprofundando sua compreensão da autoridade única de Deus.

1. Compreendendo a autoridade de Deus através da criação de todas as coisas com Sua palavra

Disse Deus: “haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro” (Gênesis 1:3-5).

E disse Deus: “haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi” (Gênesis 1:6-7).

E disse Deus: “Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi. Chamou Deus ao elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom” (Gênesis 1:9-10).

E disse Deus: “Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra. E assim foi” (Gênesis 1:11).

E disse Deus: “haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi” (Gênesis 1:14-15).

E disse Deus: “Produzam as águas cardumes de seres viventes; e voem as aves acima da terra no firmamento do céu. Criou, pois, Deus os monstros marinhos, e todos os seres viventes que se arrastavam, os quais as águas produziram abundantemente segundo as suas espécies; e toda ave que voa, segundo a sua espécie. E viu Deus que isso era bom” (Gênesis 1:20-21).

E disse Deus: “Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis, e animais selvagens segundo as suas espécies. E assim foi. Deus, pois, fez os animais selvagens segundo as suas espécies, e os animais domésticos segundo as suas espécies, e todos os répteis da terra segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom” (Gênesis 1:24-25).

Palavras de Deus relacionadas:

Desde quando Ele começou a criação de todas as coisas, o poder de Deus começou a ser expresso e revelado, pois Deus usou palavras para criar todas as coisas. Independentemente da forma como Ele as criou, independentemente do motivo pelo qual Ele as criou, todas as coisas vieram a existir e permaneceram firmes e existiram devido às palavras de Deus: essa é a autoridade única do Criador. Antes do surgimento da humanidade no mundo, o Criador usou Seu poder e autoridade para criar todas as coisas para a humanidade, e empregou Seus métodos únicos para preparar um ambiente de vida adequado para a humanidade. Tudo o que Ele fez foi em preparação para a humanidade, que logo receberia Seu sopro. Isso significa dizer que antes de humanidade ser criada, a autoridade de Deus foi revelada em todas as criaturas diferentes da humanidade, em coisas tão grandes como os céus, os luminares, os mares e a terra, e naquelas tão pequenas como animais e aves, bem como em todos os tipos de insetos e microrganismos, incluindo várias bactérias invisíveis a olho nu. Cada uma delas recebeu vida pelas palavras do Criador, cada uma delas proliferou devido às palavras do Criador, e cada uma delas viveu sob a soberania do Criador devido às Suas palavras. Embora elas não tenham recebido o sopro do Criador, ainda assim revelaram a vitalidade da vida concedida a elas pelo Criador através de suas diferentes formas e estruturas; embora não tenham recebido a capacidade de fala concedida à humanidade pelo Criador, cada uma delas recebeu uma maneira de expressar sua vida que lhe foi concedida pelo Criador e que diferia da linguagem do homem. A autoridade do Criador não só confere vitalidade de vida a objetos materiais aparentemente estáticos, de modo que eles nunca desaparecerão, mas Ele também confere o instinto de se reproduzir e multiplicar a todo ser vivente, de modo que eles nunca desaparecerão, e de modo que, geração após geração, passarão adiante as leis e princípios de sobrevivência que lhes foram concedidos pelo Criador. A maneira pela qual o Criador exerce Sua autoridade não adere estritamente a uma perspectiva macro ou micro, e nem está limitada a qualquer forma; Ele é capaz de comandar as operações do universo e deter soberania sobre a vida e a morte de todas as coisas e, além disso, Ele é capaz de manobrar todas as coisas para que elas O sirvam; Ele pode gerenciar todo o funcionamento das montanhas, rios e lagos, e governar todas as coisas dentro deles, e, além disso, Ele é capaz de prover o que é necessário para todas as coisas. Essa é a manifestação da autoridade única do Criador entre todas as coisas além da humanidade. Tal manifestação não é somente para uma existência; ela nunca cessará nem descansará e não poderá ser alterada ou danificada por qualquer pessoa ou coisa, tampouco poderá ser acrescida ou reduzida por qualquer pessoa ou coisa — pois ninguém pode substituir a identidade do Criador, e, portanto, a autoridade do Criador não pode ser substituída por nenhum ser criado; ela não pode ser alcançada por nenhum ser não criado. Tomemos os mensageiros e anjos de Deus como exemplo. Eles não possuem o poder de Deus, muito menos a autoridade do Criador, e a razão pela qual eles não têm o poder e a autoridade de Deus é que não possuem a essência do Criador. Os seres não criados, como os mensageiros e anjos de Deus, embora possam fazer algumas coisas em nome de Deus, não podem representar Deus. Embora possuam certo poder que o homem não possui, não possuem a autoridade de Deus, não possuem a autoridade de Deus para criar todas as coisas, para comandar todas as coisas e para deter soberania sobre todas as coisas. Assim, a singularidade de Deus não pode ser substituída por nenhum ser não criado e, da mesma maneira, a autoridade e o poder de Deus não podem ser substituídos por nenhum ser não criado. Você leu na Bíblia sobre algum mensageiro de Deus que tenha criado todas as coisas? Por que Deus não enviou nenhum de Seus mensageiros ou anjos para criar todas as coisas? É porque eles não possuíam a autoridade de Deus, e assim não possuíam a capacidade de exercer a autoridade de Deus. Assim como todas as criaturas, estão todos sob a soberania do Criador e sob a autoridade do Criador, e, assim, o Criador é igualmente o Deus e o Soberano deles. Entre todos eles — sejam nobres ou humildes, muito ou pouco poderosos — não há um que possa superar a autoridade do Criador, e, portanto, entre eles não há um que possa substituir a identidade do Criador. Nunca serão chamados de Deus e nunca poderão se tornar o Criador. Essas são verdades e fatos imutáveis!(A Palavra, vol. 2: Sobre conhecer a Deus, “O Próprio Deus, o Único I”).

2. Compreendendo a autoridade de Deus por meio de Sua aliança com a humanidade com Sua palavra

“Sim, estabeleço o Meu pacto convosco; não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e não haverá mais dilúvio, para destruir a terra” (Gênesis 9:11).

E disse Deus: “Este é o sinal do pacto que firmo entre Mim e vós e todo ser vivente que está convosco, por gerações perpétuas: O Meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre Mim e a terra” (Gênesis 9:12-13).

Palavras de Deus relacionadas:

O Meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre Mim e a terra”. Essas são as palavras originais ditas pelo Criador para a humanidade. Quando Ele disse essas palavras, um arco-íris surgiu diante dos olhos do homem e permanece ali até o dia de hoje. Todo mundo já viu um arco-íris assim, e quando você o vê, sabe como ele surge? A ciência é incapaz de prová-lo, ou de localizar sua fonte, ou de identificar seu paradeiro. Isso é porque o arco-íris é um sinal do pacto estabelecido entre o Criador e o homem; não requer base científica, não foi feito pelo homem, nem é o homem capaz de alterá-lo. É uma continuação da autoridade do Criador depois que Ele disse Suas palavras. O Criador usou Seu próprio método particular para cumprir Seu pacto com o homem e Sua promessa, e, portanto, Seu uso do arco-íris como sinal do pacto que Ele tinha estabelecido é um decreto e uma lei celestiais que permanecerão para sempre inalterados, seja em relação ao Criador ou à humanidade criada. No entanto, é preciso dizer que essa lei imutável é outra manifestação verdadeira da autoridade do Criador após Sua criação de todas as coisas, e é preciso dizer que a autoridade e o poder do Criador são ilimitados; Seu uso do arco-íris como sinal é uma continuação e extensão da autoridade do Criador. Esse foi outro ato realizado por Deus usando Suas palavras, e foi um sinal do pacto que Deus havia estabelecido com o homem usando palavras. Ele contou ao homem o que Ele resolveu criar e de que maneira isso seria cumprido e alcançado. Dessa forma a questão foi cumprida de acordo com as palavras da boca de Deus. Somente Deus possui tal poder, e hoje, vários milhares de anos depois que Ele disse essas palavras, o homem ainda pode ver o arco-íris mencionado pela boca de Deus. Devido a essas palavras proferidas por Deus, essa coisa permaneceu inalterada e imutável até hoje. Ninguém pode remover esse arco-íris, ninguém pode mudar suas leis e ele existe apenas pelas palavras de Deus. Essa é precisamente a autoridade de Deus. “Deus é tão fiel quanto a Sua palavra e Sua palavra será realizada, e o que é realizado dura para sempre.” Tais palavras estão claramente manifestadas aqui, e isso é um sinal e característica claros da autoridade e poder de Deus. Tal sinal ou característica não é possuído por nenhum dos seres criados ou visto neles, tampouco é visto em nenhum dos seres não criados. Pertence apenas ao Deus único e distingue a identidade e essência possuídas exclusivamente pelo Criador daquelas possuídas pelas criaturas. Ao mesmo tempo, é também um sinal e característica que, com exceção do Próprio Deus, nunca poderão ser superados por nenhum ser criado ou não criado.

O estabelecimento do pacto de Deus com o homem foi um ato de grande importância, que Ele planejou usar para comunicar um fato ao homem e dizer ao homem a Sua vontade. Para esse fim Ele empregou um método único, usando um sinal especial para estabelecer um pacto com o homem, um sinal que era uma promessa do pacto que Ele havia estabelecido com o homem. Portanto, o estabelecimento desse pacto foi um grande evento? Quão grande foi? É exatamente isso o que há de tão especial no pacto: não é um pacto estabelecido entre um homem e outro, ou um grupo e outro, ou um país e outro, mas um pacto estabelecido entre o Criador e toda a humanidade, e permanecerá válido até o dia em que o Criador abolir todas as coisas. O executor desse pacto é o Criador e seu mantenedor é também o Criador. Em suma, o pacto do arco-íris estabelecido com a humanidade foi totalmente cumprido e realizado de acordo com o diálogo entre o Criador e a humanidade e assim permanece até hoje. O que mais as criaturas podem fazer além de se submeter, obedecer, crer, apreciar, testemunhar e louvar a autoridade do Criador? Pois ninguém além do Deus único possui o poder de estabelecer tal pacto. A recorrente aparição do arco-íris é um anúncio ao homem e chama sua atenção para o pacto entre o Criador e a humanidade. Nas contínuas aparições do pacto entre o Criador e a humanidade, o que é demonstrado para a humanidade não é um arco-íris ou o pacto em si, mas a autoridade imutável do Criador. A recorrente aparição do arco-íris demonstra os feitos tremendos e milagrosos do Criador em lugares ocultos, e, ao mesmo tempo, é um reflexo vital da autoridade do Criador que nunca desaparecerá e nunca mudará. Isso não é uma exposição de outro aspecto da autoridade única do Criador?(A Palavra, vol. 2: Sobre conhecer a Deus, “O Próprio Deus, o Único I”).

3. Compreendendo a autoridade de Deus por meio de Sua bênção sobre a humanidade

“Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti” (Gênesis 17:4-6).

“Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra. Porque Eu o tenho escolhido, a fim de que ele ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho de Jeová, para praticarem retidão e justiça; a fim de que Jeová faça vir sobre Abraão o que a respeito dele tem falado” (Gênesis 18:18-19).

E disse: “Por Mim Mesmo jurei, diz Jeová, porquanto fizeste isto, e não Me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz” (Gênesis 22:16-18).

Palavras de Deus relacionadas:

Vejamos primeiro Gênesis 17:4-6: “Quanto a Mim, eis que o Meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado Abrão, mas Abraão será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti”. Essas palavras descrevem o pacto que Deus estabeleceu com Abraão, bem como a bênção de Deus a Abraão: Deus faria de Abraão o pai de nações, o faria frutificar sobremaneira, e faria nações dele, e dele sairiam reis. Você vê a autoridade de Deus nessas palavras? E como você vê tal autoridade? Qual aspecto da essência da autoridade de Deus você vê? A partir de uma leitura atenta dessas palavras, não é difícil descobrir que a autoridade e identidade de Deus são claramente reveladas no fraseado das declarações de Deus. Por exemplo, quando Deus diz “o Meu pacto é contigo, e serás […] te hei posto […] far-te-ei […]”, expressões como “serás” e “farei”, cujo fraseado contém a afirmação da identidade e autoridade de Deus, são, em um aspecto, uma indicação da fidelidade do Criador; em outro aspecto, são palavras especiais usadas por Deus, que possui a identidade do Criador — além de fazer parte do vocabulário convencional. Se alguém diz que espera que outra pessoa frutifique sobremaneira, que nações sejam feitas dela e que reis saiam dela, então isso é, sem dúvida, uma espécie de desejo, não uma promessa ou uma bênção. Portanto, as pessoas não ousam dizer “eu o farei assim ou assado, você será assim ou assado”, pois elas sabem que não possuem tal poder; não compete a elas, e mesmo se dissessem tais coisas, suas palavras seriam vazias, sem sentido, movidas por desejo e ambição. Alguém ousa falar em um tom tão grandioso quando sente que não pode realizar seus desejos? Todos desejam bem aos seus descendentes e esperam que eles se sobressaiam e tenham muito sucesso. “Que grande fortuna seria se um deles se tornasse imperador! Se algum fosse governador, isso também seria bom — basta que seja alguém importante!” Esses são desejos comuns a todos, mas as pessoas só podem desejar bênçãos aos seus descendentes e não podem cumprir nenhuma de suas promessas ou fazer com que se realizem. Em seu coração, todos sabem claramente que não possuem o poder de realizar tais coisas, pois tudo a seu respeito está fora do controle deles, então como poderiam comandar o destino dos outros? A razão pela qual Deus pode dizer palavras como essas é porque Deus possui tal autoridade e é capaz de alcançar e realizar todas as promessas que Ele faz ao homem, e de fazer todas as bênçãos que Ele concede ao homem virar realidade. O homem foi criado por Deus e, para Deus, fazer alguém frutificar sobremaneira seria brincadeira de criança; tornar os descendentes de alguém prósperos exigiria apenas uma palavra Dele. Ele nunca teria que Se esforçar demais para realizar tal coisa, ou pensar muito, ou Se preocupar; esse é o próprio poder de Deus, a própria autoridade de Deus.

Depois de ler que “Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra” em Gênesis 18:18, vocês podem sentir a autoridade de Deus? Vocês podem perceber a extraordinariedade do Criador? Vocês podem perceber a supremacia do Criador? As palavras de Deus são certas. Deus não diz tais palavras devido à Sua confiança na realização delas, ou como representação dessa confiança; ao contrário, são uma prova da autoridade das declarações de Deus e são um mandamento que cumpre as palavras de Deus. Há duas expressões às quais vocês devem prestar atenção aqui. Quando Deus diz: “Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e por meio dele serão benditas todas as nações da terra”, há algum elemento de ambiguidade nessas palavras? Há algum elemento de preocupação? Há algum elemento de medo? Devido às palavras “certamente” e “serão” nas declarações de Deus, esses elementos, que são característicos do homem e frequentemente exibidos nele, nunca tiveram relação alguma com o Criador. Ninguém ousaria usar tais palavras ao desejar bem aos outros, ninguém ousaria abençoar outro com tanta certeza a ponto de lhes dar uma grande e poderosa nação, ou prometer que todas as nações da terra serão benditas por meio dele. Quanto mais certas as palavras de Deus, mais elas provam algo — e o que elas provam? Elas provam que Deus tem tal autoridade, que Sua autoridade pode realizar essas coisas e que a realização delas é inevitável. Deus tinha certeza em Seu coração, sem a menor hesitação, sobre tudo com o qual Ele abençoou Abraão. Além disso, tudo isso seria realizado de acordo com Suas palavras, e nenhuma força seria capaz de alterar, obstruir, prejudicar ou perturbar seu cumprimento. Independentemente do que mais acontecesse, nada poderia anular ou influenciar o cumprimento e a realização das palavras de Deus. Esse é o verdadeiro poder das palavras proferidas pela boca do Criador, e a autoridade do Criador que não tolera a negação do homem! Tendo lido essas palavras, você ainda sente dúvida? Essas palavras foram proferidas pela boca de Deus, e há poder, majestade e autoridade nas palavras de Deus. Tal poder e autoridade, e a inevitabilidade da realização do fato, não podem ser alcançadas por nenhum ser criado ou não criado, nem superadas por nenhum ser criado ou não criado. Somente o Criador pode conversar com a humanidade com tal tom e entonação, e os fatos provaram que Suas promessas não são palavras vazias ou ostentações vãs, mas são a expressão da autoridade única que não pode ser superada por nenhuma pessoa, evento ou coisa” (A Palavra, vol. 2: Sobre conhecer a Deus, “O Próprio Deus, o Único I”).

Vejamos Gênesis 22:17-18. Esta é outra passagem dita por Deus Jeová, na qual Ele disse a Abraão: “Que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à Minha voz”. Deus Jeová abençoou Abraão várias vezes, dizendo que sua descendência iria se multiplicar — mas em que medida se multiplicaria? Na medida mencionada nas Escrituras: “Como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar”. Isso significa dizer que Deus desejava conceder a Abraão uma descendência tão numerosa quanto as estrelas do céu, e tão abundante quanto a areia na praia do mar. Deus falou usando imagens, e a partir dessas imagem não é difícil ver que Deus não iria simplesmente conceder um, dois ou até alguns milhares de descendentes a Abraão, mas um número incontável, o suficiente para que se tornassem uma multidão de nações, pois Deus prometeu a Abraão que ele seria o pai de muitas nações. Agora, esse número foi decidido pelo homem ou foi decidido por Deus? O homem pode controlar quantos descendentes ele tem? Compete a ele fazer isso? Nem ao menos compete ao homem controlar se ele tem ou não vários descendentes, quanto mais tantos quanto “como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar”. Quem não deseja que seus descendentes sejam tão numerosos quanto as estrelas? Infelizmente, as coisas nem sempre acontecem do jeito que você quer. Independentemente de quão hábil ou capaz seja o homem, não compete a ele; ninguém pode fugir do que é ordenado por Deus. O quanto Ele lhe concede, é o quanto você terá: se Deus lhe dá pouco, então você nunca terá muito, e se Deus lhe dá muito, não adianta você se ressentir do quanto tem. Não é esse o caso? Tudo compete a Deus, não ao homem! O homem é governado por Deus e ninguém está isento!

Quando Deus disse: “Multiplicarei a tua descendência”, esse foi um pacto que Deus estabeleceu com Abraão, e assim como o pacto do arco-íris, seria cumprido por toda a eternidade e foi também uma promessa feita por Deus a Abraão. Só Deus é qualificado e capaz de fazer essa promessa se tornar realidade. Independentemente de o homem acreditar nisso ou não, independentemente de o homem aceitar isso ou não, e independentemente de como o homem vê e considera isso, tudo isso será cumprido à risca, de acordo com as palavras proferidas por Deus. As palavras de Deus não serão alteradas por mudanças na vontade ou noções do homem e não serão alteradas por causa de mudanças em nenhuma pessoa, evento ou coisa. Todas as coisas podem desaparecer, mas as palavras de Deus permanecerão para sempre. Na verdade, o dia em que todas as coisas desaparecerem é exatamente o dia em que as palavras de Deus terão sido totalmente cumpridas, pois Ele é o Criador, Ele possui a autoridade do Criador, o poder do Criador, e Ele controla todas as coisas e toda força vital; Ele é capaz de fazer com que algo surja do nada, ou algo se torne nada, e Ele controla a transformação de todas as coisas de vivo a morto; para Deus, nada poderia ser mais simples do que multiplicar a descendência de alguém. Isso soa fantástico para o homem, como um conto de fadas, mas para Deus, aquilo que Ele decide e promete fazer não é fantástico nem um conto de fadas. Ao contrário, é um fato que Deus já viu e que certamente será realizado. Vocês percebem isso? Os fatos provam que os descendentes de Abraão foram numerosos? Quão numerosos foram? Foram tão numerosos quanto “as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar” mencionados por Deus? Eles se espalharam por todas as nações e regiões, por todos os lugares do mundo? Por meio de que esse fato foi realizado? Foi realizado pela autoridade das palavras de Deus? Por várias centenas ou milhares de anos depois que as palavras de Deus foram proferidas, as palavras de Deus continuaram a ser cumpridas, e constantemente se tornavam fatos; esse é o poder das palavras de Deus e prova da autoridade de Deus. Quando Deus criou todas as coisas no princípio, Deus disse: “Haja luz”, e houve luz. Isso aconteceu muito rapidamente, foi cumprido em um breve espaço de tempo e não houve atraso em sua realização e cumprimento; os efeitos das palavras de Deus foram imediatos. Ambos foram uma demonstração da autoridade de Deus, mas quando Deus abençoou Abraão, Ele permitiu que o homem visse um outro lado da essência da autoridade de Deus, como também o fato de que a autoridade do Criador é incalculável, e além disso, Ele permitiu que o homem visse um lado mais verdadeiro, mais primoroso e gracioso da autoridade do Criador” (A Palavra, vol. 2: Sobre conhecer a Deus, “O Próprio Deus, o Único I”).

4. Compreendendo a autoridade de Deus por meio de Seus comandos a Satanás

“Disse, pois, Jeová a Satanás: Eis que ele está no teu poder; somente poupa-lhe a vida” (Jó 2:6).

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Externamente, Deus Jeová está Se envolvendo num diálogo com Satanás. Em termos de essência, a atitude com a qual Deus Jeová fala e a posição que Ele ocupa são superiores em relação a Satanás. Isto é, Deus Jeová está ordenando Satanás num tom de comando e está dizendo a Satanás o que ele deve e não deve fazer, que Jó já está no poder dele e que ele tem liberdade para tratar Jó da maneira que quiser — mas ele não pode tirar a vida de Jó. O subtexto é que embora Jó tenha sido colocado nas mãos de Satanás, sua vida não foi entregue a Satanás; ninguém pode tirar a vida de Jó das mãos de Deus a menos que seja permitido por Deus. A atitude de Deus está claramente expressa nessa ordem a Satanás, e essa ordem também manifesta e revela a posição da qual Deus Jeová conversa com Satanás. Nisso, Deus Jeová não só possui o status de Deus que criou a luz e o ar e todas as coisas e seres viventes, do Deus que tem soberania sobre todas as coisas e seres viventes, mas também do Deus que comanda a humanidade e comanda Hades, o Deus que controla a vida e a morte de todas as coisas vivas. No mundo espiritual, quem além de Deus ousaria dar tal ordem a Satanás? E por que Deus deu Sua ordem a Satanás pessoalmente? Porque a vida do homem, incluindo a de Jó, é controlada por Deus. Deus não permitiu que Satanás fizesse mal a Jó ou tirasse a sua vida, e mesmo quando Deus permitiu que Satanás tentasse Jó, Deus ainda Se lembrou de especificamente dar tal ordem e mais uma vez ordenou a Satanás que não tirasse a vida de Jó. Satanás nunca ousou transgredir a autoridade de Deus e, além disso, sempre ouviu atentamente as ordens e comandos específicos de Deus e obedeceu a eles, nunca ousando desafiá-los e, claro, nunca ousando alterar livremente nenhuma ordem de Deus. Tais são os limites que Deus estabeleceu para Satanás, e, portanto, Satanás nunca ousou ultrapassar esses limites. Isso não é o poder da autoridade de Deus? Isso não é um testemunho da autoridade de Deus? Satanás tem uma compreensão muito mais clara do que a humanidade de como se comportar em relação a Deus e de como ver Deus. Portanto, no mundo espiritual, Satanás enxerga claramente o status e autoridade de Deus e tem profunda consideração pelo poder da autoridade de Deus e os princípios por trás do exercício de Sua autoridade. Ele não ousa em absoluto ignorá-los, nem ousa violá-los de forma alguma, ou fazer coisa alguma que transgrida a autoridade de Deus, e não ousa desafiar a ira de Deus de forma alguma. Embora tenha uma natureza maligna e arrogante, Satanás nunca ousou ultrapassar os limites estabelecidos por Deus. Durante milhões de anos, ele tem respeitado estritamente esses limites, tem obedecido a todos os comandos e ordens que Deus lhe deu e nunca ousou pisar além da marca. Embora seja malicioso, Satanás é muito mais sábio do que a humanidade corrupta; ele conhece a identidade do Criador e conhece seus próprios limites. Pelas ações “submissas” de Satanás pode-se ver que a autoridade e poder de Deus são éditos celestiais que não podem ser transgredidos por Satanás, e é precisamente devido à singularidade e autoridade de Deus que todas as coisas mudam e se propagam de maneira ordenada, que a humanidade pode viver e se multiplicar de acordo com o percurso estabelecido por Deus, sem que nenhuma pessoa ou objeto seja capaz de perturbar essa ordem, e nenhuma pessoa ou objeto seja capaz de mudar essa lei — pois todos vêm das mãos do Criador e da ordem e autoridade do Criador” (A Palavra, vol. 2: Sobre conhecer a Deus, “O Próprio Deus, o Único I”)

Conclusão:

Através dos quatro aspectos acima mencionados, você ganhou uma nova compreensão da autoridade de Deus, certo? Esperamos que isto lhe proporcione a confiança necessária para confiar em Deus durante tempos difíceis, permitindo-lhe testemunhar a manifestação da Sua autoridade e poder nas suas experiências de vida. Se você deseja se aprofundar no seu conhecimento de Deus, não hesite em entrar em contato conosco através da janela de bate-papo on-line na parte inferior do nosso site. Estamos sempre disponíveis para compartilhar as palavras de Deus e nos comunicar com você.

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