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O valor inerente à Bíblia e como se aborda e usa a Bíblia de uma maneira que se conforme à vontade de Deus

Versos da Bíblia para referência:

“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de Mim; mas não quereis vir a Mim para terdes vida!” (João 5:39-40).

Palavras de Deus relevantes:

Hoje, Eu estou dissecando a Bíblia dessa maneira e isso não significa que a odeio ou negue seu valor como referência. Estou lhe explicando e esclarecendo o valor inerente e as origens da Bíblia, para impedir que você seja mantido no escuro. Pois as pessoas têm muitas visões sobre a Bíblia e a maioria delas está errada; ler a Bíblia dessa forma não só as impede de ganhar o que devem, mas, mais importante ainda, dificulta a obra que pretendo realizar. Isso interfere tremendamente na obra do futuro e oferece apenas inconvenientes, não vantagens. Assim, o que ensino a você é simplesmente a substância e a história interna da Bíblia. Não estou pedindo que você não leia a Bíblia ou que saia por aí proclamando que ela é totalmente desprovida de valor, mas apenas que você tenha o conhecimento e o ponto de vista corretos sobre a Bíblia. Não seja tão unilateral! Embora a Bíblia seja um livro de história que foi escrito por homens, também documenta muitos dos princípios pelos quais os santos e profetas antigos serviram a Deus, e as experiências dos apóstolos recentes em servir a Deus — todas as quais foram realmente vistas e conhecidas por essas pessoas e podem servir de referência para as pessoas desta era na busca do verdadeiro caminho. Assim, ao ler a Bíblia, as pessoas também podem ganhar muitos caminhos de vida que não podem ser encontradas em outros livros. Esses caminhos são os caminhos de vida da obra do Espírito Santo experimentadas por profetas e apóstolos em eras passadas, e muitas das palavras são preciosas e podem fornecer aquilo de que as pessoas precisam. Dessa forma, todas as pessoas gostam de ler a Bíblia. Porque tem tanta coisa oculta na Bíblia, as visões das pessoas em relação a ela são diferentes daquelas em relação aos escritos de grandes figuras espirituais. A Bíblia é um registro e uma coletânea das experiências e conhecimentos das pessoas que serviram a Jeová e a Jesus na antiga e na nova eras, de modo que as gerações posteriores conseguiram obter muito esclarecimento, iluminação, e sendas para praticar a partir dela. A razão pela qual a Bíblia é mais elevada do que os escritos de qualquer grande figura espiritual é porque todos os seus escritos foram retirados da Bíblia, suas experiências vêm da Bíblia e todos eles explicam a Bíblia. E, assim, embora as pessoas possam ganhar provisões dos livros de qualquer grande figura espiritual, elas ainda adoram a Bíblia porque ela lhes parece tão elevada e profunda! Embora a Bíblia reúna alguns dos livros das palavras de vida, como as epístolas paulinas e as petrinas, e embora as pessoas possam ser providas e auxiliadas por esses livros, eles ainda estão desatualizados e ainda pertencem à era antiga, e não importa quão bons sejam, são apenas adequados para um período e não são eternos. Pois a obra de Deus está sempre em desenvolvimento e ela não pode simplesmente parar no tempo de Paulo e Pedro, ou permanecer sempre na Era da Graça, quando Jesus foi crucificado. E assim, esses livros são apenas adequados para a Era da Graça, não para a Era do Reino dos últimos dias. Eles só podem prover para os crentes da Era da Graça, não para os santos da Era do Reino e não importa o quanto eles sejam bons, eles ainda são obsoletos. Dá-se o mesmo com a obra de criação de Jeová ou a Sua obra em Israel: não importa o quão grande essa obra tenha sido, ela ainda ficaria desatualizada, e o tempo ainda viria quando ela teria passado. A obra de Deus também é a mesma: é grandiosa, mas chegará um momento em que acabará; ela não pode permanecer para sempre no meio da obra da criação, nem entre aquela da crucificação. Não importa o quão convincente foi a obra da crucificação, não importa quão eficaz ela foi em derrotar Satanás, a obra, afinal, ainda é uma obra, e as eras, afinal, ainda são eras; a obra nem sempre pode permanecer no mesmo fundamento, nem os tempos podem não mudar nunca, porque houve a criação e deve haver os últimos dias. Isso é inevitável! Assim, hoje as palavras de vida do Novo Testamento — as epístolas dos apóstolos e os Quatro Evangelhos — tornaram-se livros históricos, tornaram-se velhos almanaques, e como os antigos almanaques poderiam levar as pessoas à nova era? Não importa quão capazes esses almanaques sejam de proporcionar vida às pessoas, não importa quão capazes sejam de liderar as pessoas na cruz, eles não estão desatualizados? Não são desprovidos de valor? Portanto, Eu digo que você não deve acreditar cegamente nesses almanaques. Eles são muito antigos, não podem trazê-lo para a nova obra e só irão sobrecarregá-lo. Não só eles não podem trazê-lo para a nova obra, nem para a nova entrada, mas eles o levam às antigas igrejas religiosas — e, se fosse esse o caso, você não estará regredindo em sua crença em Deus?

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

A Bíblia tem sido uma parte da história humana por vários milhares de anos. Além disso, as pessoas a tratam como Deus, ao ponto de, nos últimos dias, ela ter assumido o lugar de Deus, o que repugna Deus. Assim, quando o tempo permitiu, Deus Se sentiu obrigado a esclarecer a história por trás da Bíblia e suas origens; se Ele não fizesse isso, a Bíblia continuaria a ocupar o lugar de Deus no coração das pessoas, e as pessoas usariam as palavras da Bíblia para medir e condenar os feitos de Deus. Ao explicar a essência, a estrutura e as falhas da Bíblia, Deus, de forma alguma, estava negando a existência da Bíblia, tampouco estava condenando-a; ao contrário, Ele estava fornecendo uma descrição apropriada e pertinente, que restaurou a imagem original da Bíblia, tratou dos equívocos que as pessoas tinham em relação à Bíblia e lhes deu a visão correta da Bíblia, para que não adorassem mais a Bíblia e não continuassem perdidos; ou seja, para que não confundissem mais a sua fé cega na Bíblia como fé em Deus e a adoração a Deus, com medo até de confrontar seu contexto verdadeiro e suas falhas. Uma vez que as pessoas têm um entendimento não adulterado da Bíblia, elas são capazes de deixá-la de lado sem remorso e corajosamente aceitar as novas palavras de Deus. Esse é o objetivo de Deus nestes vários capítulos. A verdade que Deus deseja contar às pessoas aqui é que nenhuma teoria nem fato pode ocupar o lugar da obra e das palavras de Deus de hoje e que nada pode ficar no lugar de Deus. Se as pessoas não conseguirem escapar da armadilha da Bíblia, elas jamais serão capazes de vir para diante de Deus. Se elas desejam vir para diante de Deus, elas devem primeiro purificar seu coração de qualquer coisa que possa substituí-Lo; então serão satisfatórias para Deus.

Extraído da Introdução a ‘As palavras de Cristo enquanto Ele caminhou nas igrejas’ em “A Palavra manifesta em carne”

Se você deseja ver a obra da Era da Lei e como os israelitas seguiram o caminho de Jeová, deve ler o Antigo Testamento; se deseja entender a obra da Era da Graça, deve ler o Novo Testamento. Mas, como você vê a obra dos últimos dias? Você deve aceitar a liderança do Deus de hoje e entrar na obra de hoje, pois esta é a nova obra, e ninguém a registrou anteriormente na Bíblia. Hoje, Deus encarnou e selecionou outros escolhidos na China. Deus opera nessas pessoas, Ele continua a partir de Sua obra na terra, continua a partir da obra da Era da Graça. A obra de hoje é uma senda que o homem nunca trilhou, e um caminho que ninguém jamais viu. É obra que nunca foi feita antes — é a mais recente obra de Deus na terra. Assim, uma obra que nunca foi feita antes não é história, porque agora é agora, e ainda não se tornou o passado. As pessoas não sabem que Deus fez uma obra maior e mais recente na terra e fora de Israel, e que já foi além do escopo de Israel, além das previsões dos profetas, uma obra nova e maravilhosa fora das profecias, obra mais nova além de Israel, obra que as pessoas não podem perceber nem imaginar. Como a Bíblia poderia conter registros explícitos de tal obra? Quem poderia ter registrado cada pedacinho da obra de hoje, sem omissão, antecipadamente? Quem poderia ter registrado essa obra mais poderosa e mais sábia, que desafia as convenções, contida no velho livro mofado? A obra de hoje não é história e, como tal, se você deseja seguir a nova senda de hoje, deve se separar da Bíblia, deve ir além dos livros de profecia ou de história contidos na Bíblia. Só então você será capaz de percorrer a nova senda corretamente, e só então você poderá entrar no novo reino e na nova obra. Você deve entender por que, hoje, pede-se que você não leia a Bíblia, por que há outra obra que é separada da Bíblia, por que Deus não procura uma prática mais nova e mais detalhada na Bíblia, e por que, em vez disso, há uma obra mais poderosa fora da Bíblia. Isso é tudo o que vocês devem entender. Você deve saber a diferença entre a obra antiga e a nova, e mesmo que não leia a Bíblia, deve ser capaz de dissecá-la; senão, você ainda adorará a Bíblia e será difícil entrar na nova obra e passar por novas mudanças. Como existe um caminho mais elevado, por que estudar aquele caminho baixo e desatualizado? Como existem declarações mais novas e obras mais novas, por que viver em meio a registros históricos antigos? As novas declarações podem prover para você, o que prova que esta é a nova obra; os registros antigos não podem saciar você ou satisfazer suas necessidades atuais, o que prova que são história e não a obra do aqui e agora. O caminho mais elevado é a obra mais nova, e com a obra nova, não importa quão elevado seja o caminho do passado, ele ainda é a história das reflexões das pessoas, e não importa seu valor como referência, ele ainda é o caminho antigo. Embora esteja registrado no “livro sagrado”, o antigo caminho é história; mesmo que não haja registro do novo caminho no “livro sagrado”, ele é o do aqui e agora. Este caminho pode salvar e mudar você, pois esta é a obra do Espírito Santo.

Extraído de ‘A respeito da Bíblia (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”

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