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As diferenças essenciais entre Deus encarnado e aqueles que são usados por Deus

Senhor Jesus,Cruz,Moisés

Palavras de Deus relevantes:

O Deus encarnado é chamado de Cristo, e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus. Seja Sua humanidade ou divindade, ambas se submetem à vontade do Pai celestial. A substância de Cristo é o Espírito, isto é, a divindade. Portanto, Sua substância é a do Próprio Deus; essa substância não interromperá Sua obra, e Ele não poderia fazer qualquer coisa que destrua Sua obra, e jamais pronunciaria palavras que fossem contra Sua vontade. Portanto, o Deus encarnado absolutamente nunca realizaria nenhuma obra que interrompesse o Seu próprio gerenciamento. Isso é o que todas as pessoas deveriam entender.

Extraído de ‘A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai celestial’ em “A Palavra manifesta em carne”

Porque Ele é um homem com a essência de Deus, Ele está acima de qualquer um dos humanos criados, acima de qualquer homem que pode realizar a obra de Deus. E assim, entre todos aqueles que possuem uma casca humana como a Dele, entre todos aqueles que possuem humanidade, somente Ele é o Próprio Deus encarnado — todos os outros são humanos criados. Ainda que todos tenham humanidade, os humanos criados não têm nada além de humanidade, enquanto o Deus encarnado é diferente: em Sua carne Ele não apenas tem humanidade, mas, o que é mais importante, tem divindade.

Extraído de ‘A essência da carne habitada por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

Se, quando veio para a carne, Deus só fizesse a obra da divindade e não houvesse pessoas segundo Seu coração para trabalhar em conjunto com Ele, então o homem seria incapaz de entender a vontade de Deus ou se engajar com Deus. Deus precisa usar pessoas normais que sejam segundo o Seu coração para completar essa obra, para proteger e pastorear as igrejas, de modo que o nível que os processos cognitivos do homem, seu cérebro, sejam capazes de imaginar possa ser alcançado. Em outras palavras, Deus usa um pequeno número de pessoas que são segundo o Seu coração para “traduzir” a obra que Ele faz dentro de Sua divindade para que ela possa ser aberta — transformar a língua divina em língua humana, para que as pessoas possam compreendê-la e entendê-la. Se Deus não fizesse isso, ninguém entenderia a língua divina de Deus, pois as pessoas segundo o coração de Deus são, afinal de contas, uma pequena minoria, e a capacidade do homem de compreender é fraca. É por isso que Deus escolhe esse método apenas quando opera na carne encarnada. Se houvesse apenas obra divina, não haveria como o homem conhecer ou se engajar com Deus, porque o homem não entende a língua de Deus. O homem é capaz de entender essa língua apenas pela mediação das pessoas segundo o coração de Deus, que esclarecem Suas palavras. No entanto, se houvesse apenas tais pessoas operando dentro da humanidade, isso só conseguiria manter a vida normal do homem; não conseguiria transformar o caráter do homem. A obra de Deus não poderia ter um novo ponto de partida; haveria apenas os mesmos cânticos antigos, as mesmas trivialidades velhas. Apenas pela mediação do Deus encarnado, que diz tudo que precisa ser dito e faz tudo que precisa ser feito durante o período de Sua encarnação, após a qual as pessoas trabalham e experimentam de acordo com as Suas palavras, apenas assim seu caráter de vida será capaz de mudar e apenas assim elas serão capazes de fluir com os tempos. Aquele que opera dentro da divindade representa Deus, enquanto aqueles que trabalharam dentro da humanidade são pessoas usadas por Deus. O que significa que o Deus encarnado é substancialmente diferente das pessoas usadas por Deus. O Deus encarnado é capaz de fazer a obra da divindade, enquanto as pessoas usadas por Deus não são. No início de cada era, o Espírito de Deus fala pessoalmente e lança a nova era para trazer o homem a um novo início. Quando Ele termina de falar, isso significa que a obra de Deus dentro de Sua divindade está feita. Depois disso, todas as pessoas seguem a direção daquelas usadas por Deus para entrar em sua experiência de vida.

Extraído de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

A palavra de Deus não pode ser divisada como a palavra do homem e menos ainda alguém pode fazer com que a palavra do homem seja a palavra de Deus. Um homem usado por Deus não é o Deus encarnado, e o Deus encarnado não é um homem usado por Deus. Nisso, há uma diferença essencial. Talvez, após ler estas palavras, você não as reconheça como as palavras de Deus, mas somente como o esclarecimento que o homem ganhou. Nesse caso, você está cego pela ignorância. Como as palavras de Deus podem ser o mesmo que o esclarecimento que o homem ganhou? As palavras do Deus encarnado inauguram uma nova era, guiam toda a humanidade, revelam mistérios e mostram ao homem a direção que ele deve tomar na nova era. O esclarecimento obtido pelo homem nada mais é que instruções simples para prática ou conhecimento. Não pode guiar toda a humanidade para uma nova era nem revelar os mistérios do Próprio Deus. No final das contas, Deus é Deus e o homem é o homem. Deus tem a essência de Deus e o homem tem a essência do homem. Se o homem acha que as palavras ditas por Deus são simples esclarecimento pelo Espírito Santo e toma as palavras dos apóstolos e profetas como palavras ditas pessoalmente por Deus, isso seria um erro do homem.

Extraído de ‘Prefácio’ em “A Palavra manifesta em carne”

Quando vem à terra, Deus só faz a Sua obra dentro da divindade, que é o que o Espírito celestial confiou ao Deus encarnado. Quando vem, Ele apenas fala através da terra, para dar voz às Suas declarações por meios diferentes e de perspectivas diferentes. Ele adota principalmente suprir o homem e instruir o homem como Seus objetivos e princípio de operar e não Se preocupa com coisas como relacionamentos interpessoais ou detalhes da vida das pessoas. Seu ministério principal é falar pelo Espírito. Isto é, quando aparece de modo tangível na carne, o Espírito de Deus só provê para a vida do homem e libera a verdade. Ele não Se envolve no trabalho do homem, o que significa que Ele não compartilha do trabalho da humanidade. Os humanos não podem fazer a obra divina e Deus não compartilha da obra humana. Em todos os anos desde que veio para esta terra realizar Sua obra, Deus sempre a fez por meio de pessoas. Essas pessoas, porém, não podem ser consideradas Deus encarnado — apenas aquelas que são usadas por Deus. O Deus de hoje, entretanto, pode falar diretamente da perspectiva da divindade, enviando a voz do Espírito e operando em nome do Espírito. Todas aquelas que Deus tem usado ao longo das eras são, igualmente, exemplos do Espírito de Deus operando dentro de um corpo carnal — por que, então, não podem ser chamadas de Deus? Mas o Deus de hoje é também o Espírito de Deus operando diretamente na carne e Jesus também foi o Espírito de Deus operando na carne; Eles dois são chamados de Deus. Qual, então, é a diferença? As pessoas que Deus tem usado ao longo das eras todas foram capazes de pensamento e raciocínio normais. Todas elas entenderam os princípios da conduta humana. Tiveram ideias humanas normais e apossaram-se de todas as coisas que as pessoas normais deveriam possuir. A maioria teve um talento excepcional e uma inteligência inata. Ao operar nessas pessoas, o Espírito de Deus aproveita seus talentos, que são seus dons dados por Deus. O Espírito de Deus põe os talentos delas em jogo, usando suas qualidades no serviço de Deus. Mas a substância de Deus é sem ideias ou pensamento, não adulterada por intenções humanas, e até carece do que os humanos normais possuem. O que significa que Ele nem está familiarizado com os princípios da conduta humana. É assim que é quando o Deus de hoje vem à terra. Sua obra e Suas palavras não são adulteradas por intenções humanas ou pelo pensamento humano, mas são uma manifestação direta das intenções do Espírito, e Ele opera diretamente em nome de Deus. Isso significa que o Espírito fala diretamente, isto é, a divindade faz a obra diretamente, sem misturar nem um pouco das intenções humanas. Em outras palavras, o Deus encarnado incorpora a divindade diretamente, está sem ideias ou pensamento humanos e não tem entendimento dos princípios da conduta humana. Se apenas a divindade estivesse operando (ou seja, se apenas o Próprio Deus estivesse operando), não haveria como a obra de Deus ser executada na terra. Assim, quando vem à terra, Deus precisa ter um pequeno número de pessoas que Ele usa para operar dentro da humanidade em conjunto com a obra que Deus faz na divindade. Em outras palavras, Ele usa o trabalho humano para sustentar Sua obra divina. Se não, não haveria como o homem se engajar diretamente com a obra divina.

Extraído de ‘A diferença essencial entre o Deus encarnado e as pessoas usadas por Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

A obra na corrente do Espírito Santo, seja a própria obra de Deus ou o trabalho de pessoas sendo usadas, é a obra do Espírito Santo. A substância do Próprio Deus é o Espírito, que pode ser chamado de Espírito Santo ou Espírito sete vezes intensificado. Em suma, Eles são o Espírito de Deus, embora o Espírito de Deus tenha recebido nomes diferentes em eras diferentes. Mas a substância Deles ainda assim é uma só. Portanto, a obra do Próprio Deus é a obra do Espírito Santo, enquanto a obra do Deus encarnado é nada menos do que o Espírito Santo em ação. O trabalho dos homens que são usados também é a obra do Espírito Santo. No entanto, a obra de Deus é a expressão completa do Espírito Santo, que é absolutamente verdadeiro, enquanto o trabalho das pessoas que são usadas é misturada com muitas coisas humanas e não é a expressão direta do Espírito Santo, muito menos é a expressão completa Dele. […] Quando o Espírito Santo opera nas pessoas que são usadas, os dons e o calibre inerente daquelas pessoas são liberados e não retidos. O calibre inerente delas é aplicado em serviço à obra. Pode-se dizer que Ele utiliza as partes dos homens que podem ser usadas em Sua obra a fim de alcançar resultados naquela obra. Em contraste, a obra realizada na carne encarnada a obra expressa diretamente a obra do Espírito e não é adulterada pela mente e pensamentos humanos; nem os dons do homem, nem a experiência do homem, nem a condição inata do homem podem alcançá-la.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”

Minha fala representa Meu ser, mas o que Eu digo está fora do alcance do homem. O que Eu digo não é o que o homem vivencia e não é algo que o homem possa ver; também não é algo que o homem possa tocar, mas é o que Eu sou. Algumas pessoas reconhecem apenas que o que Eu comunico é o que Eu vivenciei, mas não reconhecem que é a expressão direta do Espírito. O que Eu digo é, naturalmente, o que Eu vivenciei. Fui Eu quem realizou a obra de gestão por seis mil anos. Eu vivenciei tudo desde o começo da criação da humanidade até o presente; como Eu poderia ser incapaz de discutir isso? Quando se trata da natureza do homem, Eu vi claramente; Eu a observei muito tempo atrás. Como Eu seria incapaz de falar sobre ela claramente? Tendo visto claramente a essência do homem, Eu estou qualificado a castigar o homem e a julgá-lo, porque o homem veio inteiramente de Mim, mas foi corrompido por Satanás. Evidentemente, Eu também estou qualificado para avaliar a obra que Eu realizei. Embora essa obra não seja realizada por Minha carne, ela é a expressão direta do Espírito, e é isso o que Eu tenho e o que Eu sou. Portanto, Eu estou qualificado para expressá-la e realizar a obra que Eu devo realizar. O que as pessoas dizem é o que elas vivenciaram. É o que eles viram, o que suas mentes conseguem alcançar e o que seus sentidos conseguem detectar. Isso é o que são capazes de comunicar. As palavras proferidas pela carne de Deus em pessoa são a expressão direta do Espírito, e elas expressam a obra que foi realizada pelo Espírito, Que a carne não a vivenciou nem viu, mas ainda assim Ele expressa Seu ser, pois a substância da carne é o Espírito, e Ele expressa a obra do Espírito. É obra já realizada pelo Espírito, embora esteja fora do alcance da carne. Depois da encarnação, por meio da expressão da carne, Ele capacita as pessoas a conhecerem o ser de Deus e verem o caráter de Deus e a obra que Ele realizou. O trabalho do homem dá às pessoas uma clareza maior sobre em que devem entrar e o que devem compreender; ele leva as pessoas a compreenderem e vivenciarem a verdade. O trabalho do homem é amparar as pessoas; a obra de Deus é abrir novas sendas e novas eras para a humanidade e revelar às pessoas aquilo que não é do conhecimento dos mortais, capacitando-as a conhecerem Seu caráter. A obra de Deus é liderar toda a humanidade.

Extraído de ‘A obra de Deus e a obra do homem’ em “A Palavra manifesta em carne”