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Musica e louvore "Ofertando o sacrifício mais caro a Deus"

2,212 04/05/2020

Passados os anos,
tendo experimentado a adversidade do refinamento e do castigo,
o homem se desgastou,
o homem se desgastou.
Embora tenha perdido a “glória” e o “romance” do passado,
o homem, sem o saber, veio a compreender
os princípios da conduta humana,
veio a apreciar os anos de devoção de Deus em salvar a humanidade,
veio a apreciar os anos de devoção de Deus em salvar a humanidade.

O homem pouco a pouco começa a detestar a própria barbárie.
Ele começa a odiar o quanto é selvagem e todos os equívocos em relação a Deus
e as exigências irracionais que tem feito a Ele.
O tempo não pode ser revertido;
os acontecimentos passados
se transformam em lembranças das quais o homem se arrepende,
e as palavras e o amor de Deus
se transformam na força motriz da nova vida do homem.
O tempo não pode ser revertido;
os acontecimentos passados
se transformam em lembranças das quais o homem se arrepende,
e as palavras e o amor de Deus
se transformam na força motriz da nova vida do homem.

As feridas do homem cicatrizam dia a dia, sua força retorna
e ele se levanta e contempla a face do Todo-Poderoso…
só para descobrir que Ele sempre esteve ao meu lado,
que Seu sorriso e Seu belo semblante ainda são muito inspiradores.
Seu coração ainda guarda a preocupação com a humanidade que Ele criou,
Suas mãos ainda são tão calorosas e poderosas quanto eram no princípio.

É como se o homem voltasse ao jardim do Éden,
porém desta vez sem ouvir as tentações da serpente,
sem se afastar do rosto de Jeová.
O homem se ajoelha diante de Deus,
contempla o rosto sorridente de Deus e oferece seu sacrifício mais precioso:
“Oh! Meu Senhor, meu Deus!”.
O homem se ajoelha diante de Deus,
contempla o rosto sorridente de Deus e oferece seu sacrifício mais precioso:
“Oh! Meu Senhor, meu Deus!”.
O homem se ajoelha diante de Deus,
contempla o rosto sorridente de Deus e oferece seu sacrifício mais precioso:
“Oh! Meu Senhor, meu Deus!
Oh! Meu Senhor, meu Deus!”.
de “Seguir o Cordeiro e cantar cânticos novos”

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